Hans Bahr

Hans Bahr
  • Idade : 66 anos
  • Conjuge : Sra. Julita
  • Filhos(as) : Vanessa, Stefanie, Talita, Daniel e Priscila ( in memoriam )
  • Genros : 2
  • Noras : 1
  • Netos(as) : 6
  • Deixa : 2 irmãos, a sogra e demais familiares e amigos
  • Data e hora do Falecimento : 07/07/2026 às 05h40min
  • Local do Falecimento : Hospital Santo Antônio em Blumenau
  • Data e Horário do Cerimonial de Despedida 08/07/2026 às 10:00 horas
  • Local do Velório Capela Luterana do Centro, a partir das 14:00 horas do dia 07/07/2026
  • Local do Sepultamento Cemitério Municipal

Memorial


Hans foi, acima de tudo, um homem apaixonado — pela esposa, Julita, a quem amou com a mesma intensidade do primeiro dia até o último, ao longo de 45 anos de casamento. Foi pai de Vanessa, Priscila, que agora o recebe, Stefanie, Talita e Daniel, e costumava brincar, com o bom humor que lhe era próprio, que iria ter filhos até que viesse um menino. Tinha orgulho imenso de cada um deles e não perdia a chance de contar aos outros sobre suas conquistas. Amava também, como filhos, os genros Jean e John, e a nora Viviane, cuidando deles com o mesmo carinho e atenção que dedicava aos próprios filhos.
Foi avô querido, dos que todos queriam por perto. Para Valentina, deixou a herança do amor pelo esporte, que ela leva hoje no vôlei. Com Pietra, criou o hábito das charadas e das conversas longas, dessas que ela tanto amava. Foi tarde de sono tranquilo ao lado do pequeno João, que dormia horas a fio com o Opa. Foi o rosto que Gabi procurava pela janela da creche, contando a todos, com seu sorriso que alegrava os dias dele, quem era o avô dela. Foi abraçado pelo olhar carinhoso de Marina, sua luz. E ao pequeno Vicente, deixou o nome e o sobrenome para seguir adiante, e um lugar garantido no coração.
Em todos os discursos que fez ao longo da vida, repetia a mesma certeza: o que vale é a família. Essa foi a frase que resumiu sua forma de viver.
Gostava das coisas simples e verdadeiras: as conversas na praça, o rádio que o acompanhava desde criança, e o Flamengo, e o Floresta, que torcia com paixão de torcedor de verdade. Nos últimos anos, encontrou uma forma especial de espalhar alegria: vestiu-se de Papai Noel e levou um pouco de si a quem cruzava seu caminho, num gesto que dizia muito sobre quem ele era.
Até o fim, lutou e acreditou — com a mesma força e fé que marcaram toda a sua trajetória. Estará sempre dentro de nós.