Regina Raduenz
- Idade : 78 anos
- Conjuge : Sr. Mário
- Filhos(as) : Marcos, Mariléia e Mauro ( in memoriam )
- Genros : 1
- Noras : 1
- Netos(as) : 3
- Data e hora do Falecimento : 15/04/2026 às 06h45min
- Local do Falecimento : Hospital Santo Antônio, em Blumenau
- Data e Horário do Cerimonial de Despedida 16/04/2026 às 09:00 horas
- Local do Velório Igreja Luterana de Testo Central, a partir das 16:00 horas do dia 15/04/2026
- Local do Sepultamento Cemitério de Testo Central
Memorial
A Sra. Regina sempre encontrou alegria nas coisas simples da vida, e o jardim era o seu refúgio favorito. Passava longas horas entre canteiros e vasos, tinha um carinho especial pelas rosas — de todos os tipos, formatos e cores e pelo perfume que deixavam no ar. Seu cuidado era paciente e diário: regava na hora certa, podava com delicadeza e celebrava cada novo botão que se abria como uma pequena vitória.
Enquanto a saúde permitiu, ela e o Sr. Mário foram sócios do Clube de Caça e Tiro Germano Tiedt, onde construíram amizades, compartilharam risadas e colecionaram memórias. Casados por 59 anos, viveram uma parceria pautada pelo respeito, pela cumplicidade e pelo amor silencioso dos gestos: o café passado de manhã cedo. Dessa união, vieram os filhos, recebidos como bênçãos. Para eles, a Sra. Regina foi mãe atenciosa e presente, sempre com palavra certa na hora certa, colo disponível e uma força serena que amparava nos momentos difíceis e comemorava com entusiasmo as conquistas.
Era também uma pessoa profundamente observadora e detalhista. Percebia as pequenas mudanças ao seu redor: o tom diferente do céu ao entardecer, o jeito como as pessoas entravam pela porta — e, a partir disso, sabia oferecer o que cada um precisava: um conselho gentil, um silêncio acolhedor. Valorizava a ordem, o capricho e o cuidado com a casa, não por vaidade, mas por entender que um lar arrumado é um abraço que acolhe quem chega.
Quem conviveu com ela lembra do sorriso discreto, da elegância simples e da firmeza de caráter. Tinha princípios claros, respeito pelos outros e uma gratidão genuína pela vida. Sua presença era feita de gestos: as mãos sempre ocupadas, a escuta atenta, a palavra doce — e, quando preciso, a orientação firme que colocava as coisas no lugar.
A Sra. Regina deixa um legado de amor, trabalho e delicadeza. Em cada rosa que desabrocha, em cada manhã de sol no quintal, em cada cuidado compartilhado com a família, permanece viva a sua lembrança. Sua história segue adiante nos que a amaram e foram por ela tocados, como um jardim que continua florescendo mesmo quando a jardineira descansa.
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